Radar LELLO

Cuidado com a dengue

Veja que tipo de cuidado tomar para não abrigar focos de Aedes aegypti

Por Mariana Ribeiro Desimone

domingo, 9 de dezembro de 2012


 Dengue: áreas comuns de condomínios podem esconder focos do Aedes aegypti

Cuidados devem ser redobrados para o verão que se aproxima, principalmente em espaços como jardins, piscina, caixa d’água e fosso de elevadores, alerta a Lello
 
Os condomínios residenciais de São Paulo devem estar em alerta máximo para o combate ao mosquito da dengue no verão que se aproxima. O alerta é da Lello, empresa de administração líder do setor no Estado (veja dicas abaixo).
 
A administradora está reforçando junto aos síndicos a necessidade de orientar urgentemente os moradores sobre as medidas preventivas para evitar a proliferação do Aedes aegypti, especialmente em relação ao acúmulo de água parada em recipientes como vasos de planta, garrafas e latas nos apartamentos.
 
Além disso, é preciso redobrar os cuidados com as áreas comuns dos edifícios, como jardins, piscina, caixa d’água, fosso de elevadores, ralos externos, marquises e canaletas de drenagem para água da chuva.
 
Segundo boletim divulgado recentemente pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, de janeiro a outubro  deste ano houve 21.063 casos de dengue no Estado. O número é 76,5% inferior ao total do mesmo período em 2011, mas a introdução do vírus tipo 4 da dengue no Estado aumenta as chances de um número maior de contaminações para 2013.
 
“O esforço conjunto de síndicos, zeladores e funcionários, aliado ao trabalho das autoridades em saúde, é fundamental para o controle da dengue nos condomínios residenciais e comerciais”, afirma Márcia Romão, gerente de Relacionamento com o Cliente da Lello Condomínios.
 

Cuidados necessários nas áreas comuns dos condomínios:

•    Ralos externos e canaletas de drenagens para água da chuvas: usar tela de nylon para proteção ou colocar sal semanalmente. 
•    Ralos internos de esgoto: colocar tampa abre-e-fecha ou tela de nylon (trama de um milímetro) ou, ainda, duas colheres de sopa de sal, no mínimo, semanalmente. 
•    Lajes e marquises: manter o escoamento de água desobstruído e sem depressões que permitam acúmulo de água, eliminando eventuais poças após cada chuva. 
•    Calhas: manter sempre limpas e sem pontos de acúmulo de água. 
•    Fossos de elevador: verificar semanalmente se existe acúmulo de água, providenciando o escoamento por bombeamento. 
•    Vasos sanitários sem uso diário: manter sempre tampados, acionando a descarga e semanalmente; caso não possuam tampa, vedar com saco plástico aderido com fita adesiva. Não sendo possível a vedação, acionar a válvula semanalmente, adicionando a seguir duas colheres de sopa de sal. 
•    Caixas de descarga sem tampa e sem uso diário: tampar com filme plástico ou saco plástico aderido com fita adesiva. 
•    Pratos e pingadeiras de vasos de plantas: substituir a água por areia grossa no prato ou pingadeira, até a borda. 
•    Caixas d´água: mantê-las vedadas (sem frestas), providenciando a sua limpeza periodicamente.
•    Piscinas em período de uso: efetuar o tratamento adequado com cloro. 
•    Piscinas sem uso freqüente: reduzir o máximo possível o volume de água e aplicar, semanalmente, cloro na dosagem adequada ao volume de água. 
•    Recipientes descartáveis: acondicionar em sacos de lixo e disponibilizá-los para coleta rotineira da limpeza pública. 
•    Bromélias: substitua por outro tipo de planta que não acumule água. Enquanto esta providência for adotada, regar abundantemente com mangueira sob pressão, duas vezes por semana. 
 
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