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Dilema dos prédios "caixão"

PE: Novo bloco desaba em conjunto habitacional condenado

sexta-feira, 31 de janeiro de 2025
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Parte de prédio desaba em conjunto habitacional interditado em Paulista

Acidente não deixou vítimas e aconteceu no Conjunto Beira-Mar, onde, em 2023, desabamento deixou 14 mortos. Bloco que desabou nesta quinta (30) estava desocupado.

Parte de um prédio do Conjunto Beira-Mar, em Paulista, no Grande Recife, desabou na manhã dessa quinta-feira (30). Segundo a prefeitura da cidade, o edifício estava desocupado no momento em que caiu, e ninguém ficou ferido.

O desabamento aconteceu no Bloco D10. Apesar de não haver vítimas, segundo a prefeitura de Paulista, entre 10 e 12 imóveis que ficam no entorno foram impactados pelo desabamento.

Por causa disso, equipes da Defesa Civil foram ao local para avaliar os danos e cadastrar as famílias que moram nesses locais, bem como orientar sobre o risco de permanecer na área.

A edificação é um dos 14 prédios do Conjunto Beira-Mar que deveriam ser demolidos por recomendação da Defesa Civil do município.

Em julho de 2023, parte do bloco D7 do condomínio desabou, deixando 14 mortos e sete feridos. Um dos maiores conjuntos habitacionais da Região Metropolitana, o residencial, construído em 1982 no bairro do Janga, é formado por 29 prédios do tipo "caixão".

De acordo com a prefeitura, a edificação pertence à seguradora Traditio. Defesa Civil e patrulhas da Guarda Municipal foram enviadas ao local do desabamento.

"Autoridades e representantes seguem acompanhando a situação para garantir que o processo ocorra de forma segura e sem prejuízos à população", informou a gestão, por meio de nota.

Procurada, a empresa Traditio informou que o prédio faz parte do plano de demolições conforme o acordo firmado com a Caixa Econômica Federal. Ainda segundo a empresa:

  • A construtora responsável pela demolição dos imóveis foi contratada e o trabalho só foi iniciado por causa das ameaças que os técnicos envolvidos na operação sofreram quando foram ao local;
  • Diante disso, solicitou reforço policial para executar um plano de ação e garantir a integridade dos trabalhadores em 5 de dezembro de 2024, o que foi autorizado pela Justiça cinco dias depois;
  • Está aguardando a implementação desse plano pelas autoridades públicas;
  • Conforme expresso no acordo judicial, não é a proprietária nem seguradora dos imóveis interditados do Conjunto Beira-Mar, mas manteve vigilância no local, por determinação da Justiça, para evitar novas invasões.

O g1 tenta contato com o governo de Pernambuco para falar sobre a ordem judicial citada pela empresa que determina reforço policial para dar suporte ao plano de demolição dos imóveis interditados.

Fonte: https://g1.globo.com/pe/pernambuco/noticia/2025/01/30/parte-de-predio-desaba-em-conjunto-habitacional-interditado-em-paulista.ghtml

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